quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Evolução recente da Economia Portuguesa

1 - Indica os acontecimentos assinalados no documento acima referido.

Os acontecimentos referidos acima no documentos são:
  • A crise de 1983/1984;
  • Tombo de 1985;
  • Crise de 1992/1993;
  • Crise de 1993 continua;
  • Contracção de 2002;
  • 2004: de novo em recessão;
  • Crise de 2008

2 - Verifica que podes chegar a conclusões semelhantes utilizando as taxas de variação PIB ou do PIB per capita a preços constantes.






3 - Identifica a depressão registada em 1974/75. Explica os factores que terão justificado uma quebra acentuada da produção .

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentado - PIENDS

1. Apresente o conceito de desenvolvimento sustentado. (p. 2 Enquadramento)





2. A ENDS foi elaborada de forma compatível com os princípios orientadores da Estratégia Europeia, dando resposta aos seus objectivos e desafios. Indique-os. (p. 2 Enquadramento)






3. Transcreva o desígnio integrador e mobilizador adoptado pela ENDS. (p. 3)






4. Transcreva sinteticamente os sete objectivos de acção propostos pela ENDS. (pp. 3 e 4)






5. Comente a Figura 1 da p. 4 mostrando que o desenvolvimento é um fenómeno multidimensional.





6. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes na “Análise sintética da situação de partida”. (pp. 6 e 7)






7. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes entre os “Pontos fortes da situação de partida”. (pp. 7 e 8)





8. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes entre os “Pontos fracos da situação de partida”. (pp. 8 e 9)





9. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes entre os “Riscos que podem dificultar a melhoria da situação de partida”. (pp. 9 e 10)






10. Seleccione os dois pontos que lhe pareçam mais relevantes entre as “Oportunidades que podem impulsionar uma evolução mais favorável para o desenvolvimento”. (p. 10)





11. Observe o Quadro no final da p. 10.
a) Verifique que de 1995 a 2004 ocorreu um período em que o poder de compra dos portugueses se aproximou do dos europeus, e outro em que Portugal se afastou da média europeia;
b) Fundamente a sua análise do período 1995-2004 recordando a adesão de Portugal ao Euro (2002) e as debilidades estruturais da economia portuguesa.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O Desenvolvimento como Fenómeno Social Total

1- Refira o contributo várias disciplinas (ciências) poderão dar para o estudo do desenvolvimento.

A interdisciplinaridade nas sociais ciências sociais significa o intercâmbio de saberes com vista à complementaridade do conhecimento, para melhor explicar os fenómeno sociais na sua totalidade.

2 - Verifique que a compreensão cabal do desenvolvimento exige a reunião dos diversos saberes disciplinares para abranger toda a complexidade e riqueza do fenómono.

O real social é pluridimensional, e por isso, susceptível de ser abordado de diferentes maneiras pelas diversas ciências sociais. Estas mantêm entre si relações de interdependência abordagem aos fenomenos sociais.

3 - Justifique a necessidade de em economia se estudarem "problemas económicos", em Sociologia os "problemas sociais", em Demografia os "problema demográficos", etc. apesar de a realidade ser única.



4 - Aponte interdisciplinaridade como atitude metodológica necessária para a compreensão do desenvolvimento ou de qualquer fenómeno social total.

Nalguns países suldoeste Asiático tem - se verificado um acentuado crescimento económico, em virtude de esforço de industrialisação na produção de bens de exportação.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Multinacionais ou Empresas Transnacionais(ETN)

Qualquer empresa que está registada e opera em mais de um país em simultâneo. Geralmente a empresa tem sua sede num país e opera no conjunto das subsidiárias dispersas por vários países. Suas filiais estão dependentes da política definida pela corporação central, dita sede.Em termos económicos, as vantagens de uma empresa na criação de uma empresa multinacional inclui economias verticais e horizontais de escala (ou seja, as reduções de custos que resultam de uma expansão do nível de produção e de uma consolidação da gestão) e uma quota de mercado que aumentou. Apesar das barreiras culturais poderem criar obstáculos imprevisíveis, como as empresas estabelecem escritórios e fábricas em todo o mundo, os conhecimentos técnicos de uma empresa, pessoal experiente, e estratégias comprovadas geralmente podem ser transferidos de país para país. Críticos das empresas multinacionais geralmente observam-na não só como sujeito económico, mas muitas vezes também como meio político de dominação estrangeira. Os países em desenvolvimento, com uma gama limitada de exportações (muitas vezes de bens primários) na sua base económica, são particularmente vulneráveis à exploração económica. Práticas monopolistas, violações dos direitos humanos, e rompimento dos mais tradicionais meios de crescimento económico estão entre os riscos que enfrentam os países de acolhimento.Fonte:


1. Explique por que é que a expressão "ETN" é mais correcta, apesar se utilizar mais frequentemente "multinacionais".
A expressão ETN significa que as empresas transnacionais - as empresas multinacionais organizadas de forma piramidal em filiais localizadas em varios países que constituem centros de produção controlados hierarquicamente a partir da sede central, (establecida numa qualquer cidade norte - americana, europeia ou japonesa), deram lugar à empresas globais que se organizam mundialmente numa estrutura em rede:
Num país establecem os serviços informaticos, num outro subcontratam empresa de marketing, noutro




2. Distingue economias verticais à escala de economias horizontais à escala.





3. As barreiras culturais são algum obstáculo que dificulte o desenvolvimento das ETN? Justifique.Transnacionalização da produção: A actividade produtiva é segmentada e cada segmento é instalado num determinado país, em função das vantagens competitivas que ofereça. O mesmo se verifica a nível dos processos de produção, parcelizados em diferentes subprocessos, localizados nos países que ofereçam os melhores níveis de rendibilidade.






Refira-se à transnacionalização da produção como meio para o exercício de pressões políticas pelas ETN.

Processo de integração económica

O processo de integração económica tem como objectivo o desenvolvimento de mecanismos de cooperação de e de políticas comuns entre os diversos países que pertencem à área económica, de modo que esta vai funcionando progressivamente como se fosse um país único à medida que o nível de aprofundamento do processo se desenvolve. Bela Balassa distingue seis níveis neste processo.

1. Indica os seis níveis do processo de integração económica propostos por Bela Balassa.

2. Caracteriza cada um dos níveis acima referidos e apresenta exemplos.

3. Verifica que o grande objectivo do processo de integração económica na Europa foi a paz, e doutra forma não seria possível alcançar o desenvolvimento económico de que desfrutamos hoje. Copia os títulos associados a cada década da construção europeia.



4. Justifica o insucesso relativo de outras experiências de integração quando comparadas com a europeia.Encontramo-nos, ninguém ignora, num momento crucial da construção europeia. Por um lado, a União Europeia prepara-se para efectuar o seu maior alargamento de sempre. Por outro, prossegue o propósito de se aprofundar, chamando a si o exercício de competências até agora consideradas do domínio reservado e exclusivo das soberanias nacionais. Penso na política externa, na defesa e na justiça e assuntos internos.


5. Distingue alargamento de aprofundamento.



6. Discute em que medida o processo de integração económica

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

1. Indica os seis níveis do processo de integração económica propostos por Bela Balassa.
As seis formas do processo de integração economica são:

Zona prefencial do comércio;
Zona do comércio livre;
União aduaneira;
Mercado Comum;
União economica e monetária;
União politica.

2. Caracteriza cada um dos níveis acima referidos e apresenta exemplos.
Os niveis acima referidos são:

1º - Zona perfencial do comércio - Diversos países consedem - se multuamente certas vantagens aduaneiras. Ex: Common Wealth.

2º - Zona comercial livre - diversos países concedem - se multuamente certas vantagens aduaneiras tendo em vista abulir as barreiras alfandegaris entre si.
Contudo cada país metem a sua pauta aduaneira e o seu regime de comércio do 3º país.
Ex: EFTA (AECL).

3º - União aduaneira - varifica - se a circolação dos produtos entre os menbros da união. Quanto a 3º é aplicada uma pauta exterior comum.
Ex: Comunidade economica europeia em 1957.

4º - Mercado Comun - além da livre circulação dos produtos também livre circulação de serviço, pessoas e capitais. Ex: Mercado unico união europeia em 1993.
Mais Merconsul - mercado comum do Sul. Mais Asean - associação das nações do suldoeste asiatico.
Mais Nafeta - acordo norte americano de livre comércio.

5º - União economica munetária - além do mercado comum politico e económica sociais comuns.
Ex: A união europeia na actualidade.

6º - União politica - os países passaram a ter um governo comum. EUE - Estado Unido da Europa. Será o futuro da união europeia no prespectiva comum europistas.

3. Verifica que o grande objectivo do processo de integração económica na Europa foi a paz, e doutra forma não seria possível alcançar o desenvolvimento económico de que desfrutamos hoje. Copia os títulos associados a cada década da construção europeia.







4. Justifica o insucesso relativo de outras experiências de integração quando comparadas com a europeia.
Encontramo-nos, ninguém ignora, num momento crucial da construção europeia. Por um lado, a União Europeia prepara-se para efectuar o seu maior alargamento de sempre. Por outro, prossegue o propósito de se aprofundar, chamando a si o exercício de competências até agora consideradas do domínio reservado e exclusivo das soberanias nacionais. Penso na política externa, na defesa e na justiça e assuntos internos. Presidente da República, Jorge Sampaio, 28 de Junho de 2002






5. Distingue alargamento de aprofundamento.







6. Discute em que medida o processo de integração económica significa "perda de soberania".

quarta-feira, 3 de junho de 2009

1. Quais são os destinos do Rendimento Disponível?
Os rendimentos disponiveis são:

Consumo e procura

2. Define poupança.
O poupança é a parte dos rendimentos não gastos num período.
Constitui um acto de renúncia a uma satisfação imediata, em prol de uma satisfação de consumo futuro.

3. Apresenta três categorias de factores determinantes da poupança.
As três catagorias são:

Económico - Rendimento disponível
Psicológicos - Incerteza quanto ao futuro
Sociais/ culturais - Publicidade. Incentivos ao consumo,…

4. Indica os três destinos da poupança. Explica sucintamente cada um.
Os três destinos de poupança são:

Entesouramento
Depósitos
Investimento

5. Distingue investimento de expansão de investimento de substituição.

O investimento de expreção tem como objectivo aumentar a capacidade produtiva da empresa para responder a um aumento da procura. Ex. novas máquinas
Investimento de substituição corresponde a aquisição de máquinas e equipamentos com a finalidade de renovar o capital usado ou obsoleto.

6. Distingue investimento material de investimento imaterial.

Investimento material é um conjunto de despesas destinadas à aquisição de bens de produção físicos.
Investimento imaterial é um conjunto das despesas, que apesar de não se tratarem de bens materiais, são considerados investimento uma vez que os seus efeitos se repercutem por vários anos. Ex. Investigação e Desenvolvimento, formação profissional, aquisição de marcas.

7. Caracteriza o investimento financeiro.

O Investimento financeiro trata-se da aplicação da poupança em títulos de crédito, sobretudo acções e obrigações, com vista à obtenção de juros, dividendos ou especulação na bolsa.

8. “O investimento desempenha um papel determinante no desenvolvimento da actividade económica de um país, traduzindo-se no aumento dos rendimentos a repartir”.Completa.

9. Se o rendimento estiver melhor distribuído, será mais fácil ajustar as exigências da procura em termos de despesas de investimento às possibilidades da oferta (poupança). Comenta.


10. Distingue autofinanciamento de financiamento externo.

O autofinanciamento é:
Poupança > Investimento => Autofinanciamento -
a empresa utiliza os fundos de que dispõe.

O Financiamento externo é:
Poupança < investimento =""> Financiamento externo -
os fundos de que a empresa dispõe não são suficientes que tem que recorrer ao crédito

11. Distingue os tipos de crédito quanto à sua finalidade.
Os tipos de credito são:

Crédito à Produção:
Para financiar investimentos - destina-se a promover a modernidade e competitividade da empresa.
De funcionamento – destina-se a fazer face a problemas de gestão corrente, quando a empresa está confrontada com problemas temporários de liquidez.

Crédito ao Consumo:
Para aquisição de bens duradouros e não duradouros.
•Crédito pessoal
•Crédito p/ venda a prestações
•Crédito à habitação
•Cartões de crédito

12. Distingue os tipos de crédito quanto à sua duração.
Os tipos de credito são:

Curto prazo - Menos de 1 ano
Médio prazo - De 1 a 5 anos
Longo prazo - Mais de 5 anos

13. Distingue os tipos de crédito quanto ao seu beneficiário.
Os tipos de crédito quanto ao seu benificiário são:

Público - Se o beneficiário é o Estado.
Privado ou Particular - Se o beneficiário são as famílias e empresas

14. Distingue os tipos de crédito quanto à sua origem.
Os tipos de crédito quanto à sua origem são:

Interno - O beneficiário e o credor residem no mesmo país.
Externo - O beneficiário e o credor residem em países diferentes.